Esta era uma das coisas que eu queria dizer quando escrevi, aí embaixo, “the best is yet to come”: FDR agora está (no) A Postos. É um meia-armador que veio para somar: destaca-se pela visão de jogo e pela qualidade do passe, já ganhou inúmeros motorrádios como melhor em campo e certamente dará muitas alegrias à torcida. Bem-vindo, caro.
Arquivo de abril de 2008
Cidades invisíveis
Desdobramento do post psicografado do Drumão: uma sábia amiga me aconselha a deixar de lado a cizânia para semear a Cinzânia. Depois disso, dedicar os melhores esforços à Campária e à Martínia. Não posso senão concordar totalmente. E o melhor argumento está na “extended entry”:
Rat Pack
(Como diria o Chairman of the Board, “the best is yet to come”.)
Drumão pelo espírito de Lucius
Ao MSN perdeste muito, muitíssimo tempo de semear.
(Verso psicografado de “Elegia 2008″. Tentei argumentar com o itabirano que só semeio a discórdia e a cizânia e, portanto, esse tempo foi bem perdido -mas o sinal do meu celular kardecista caiu antes, goddammit.)
Mr. Guavaman’s Jukebox
A música desta sexta é um dos muitos “sambas camerísticos” de Paulinho da Viola. “Para um Amor no Recife”, de 1971, é tão bonita que sobreviveu até a Marina Lima cagando em cima naquele documentário, “Meu Tempo É Hoje” (que aliás recomendo; já foi lançado em DVD, é só pular essa parte).
Um ótimo fim de semana para vocês.
Auto-retrato numa casca de noz
Compras do dia: três volumes com traduções de tragédias gregas, entre elas “Medéia”. E uma coletânea dos Monkees. Com CD extra para karaokê.
(O título do post é cortesia da Grande Enciclopédia Trabalho de Sopro.)
La terra trema
Quantas vezes você já ouviu uma frase-clichê como “o Bananão é isso e aquilo, mas pelo menos aqui não tem terremoto”? Agora tem. Primeiro Mundo é isso aí, moçadinha -inflação baixa, PIB em alta e camadas geológicas inquietas. Vão se acostumando (shake-shake-shake-boom).
Eu sou um padre que vivo avoando
A decadência do clero é um negócio impressionante -e olhe que nem me refiro aos Michael Jacksons de batina. Como já escrevi, houve um tempo em que “padre vermelho” era só o apelido do Vivaldi. Agora, em vez de Bartolomeu de Gusmão, temos um cara que tenta voar por 20 horas pendurado em bexigas de festa e, sem saber usar o GPS, desaparece no éter. Nunca vi um padre tão bem cotado para vencer os Darwin Awards.
Fingimos que fumos e vortemos
Estou pensando em tornar a Mr. Guavaman’s Jukebox uma seção fixa do blogue, às sextas-feiras (não precisam me dizer que já é sábado; eu sei). Em face dos últimos acontecimentos, aqui vai a música de hoje: “Ói Nóis Aqui Traveis”, com os Demônios da Garoa. Bom fim de semana para vocês.
Homens representativos (2)
Tião Macalé (1926-1993)
Indiscutível gênio da raça, Augusto Temístocles Silva sintetizou, de modo melhor e muito mais conciso do que Gilberto Freyre, os conflitos e contradições inerentes ao processo de miscigenação no Brasil. Vejam:


