Rainer Maria Rilke (1875-1926)
Entre os martelos persistenosso coração, assim como a língua,entre os dentes, continua a louvar,malgrado tudo.
(Trechinho da nona das “Elegias de Duíno”, de 1922. A tradução é do José Paulo Paes.)
Rainer Maria Rilke (1875-1926)
Entre os martelos persistenosso coração, assim como a língua,entre os dentes, continua a louvar,malgrado tudo.
(Trechinho da nona das “Elegias de Duíno”, de 1922. A tradução é do José Paulo Paes.)

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Sempre acerta. Impressionante. Beijo.
(N. do E. : Sempre generosa, você. (= Beijo!)
José Paulo Paes faz falta, também…
(N. do E.: Sem dúvida! Beijo, querida.)