Salut. Continuam vindo aqui? Eu não tenho nada a dizer nem vontade de escrever -só de ficar ouvindo a chuva. Mas, para que isto não fique muito abandonado, deixo uma Françoise Hardy com vocês; se alguém quiser cantar junto, é só clicar no linque “continue reading”, ali no pé. Bonsoir.


Que é isso? Você é inesgotável… Então só pode ser duas coisas, contas ou mulher…
Abraço.
(N. do E.: Que nada. São quase sete anos blogando, é fácil a gente se cansar. (= Abraço.)
Nesse exato instante, escuto “il est des choses”.
(N. do E.: Bom gosto, Karla. Um beijo.)
Fui um moleque apaixonado pela Françoise Hardy. Sua voz amolecia meus joelhos. Eu queria mudar para a França, casar com ela, ficar velho (até a idade provecta de 30 anos, quem sabe) ao lado dela.
Revê-la – e ouvi-la – agora foi um susto. A paixão continua. Ainda quero casar com ela, Goiaba. Procure algum vídeo recente da Françoise: é uma linda senhora.
(N. do E.: Eu sei, Alexandre: quem clicar no nome dela vai parar no site, em que há imagens da Françoise hoje. Abraços.)
Xiiii!!!! A coisa tá feia, hein! Mas é digno passar por isso ouvindo a Hardy.
Note o cenário, é uma coisa muito pop, que não tem nada que ver com esse desalento todo.
Uma hora o spleen vai embora. Bjoca,
(não precisa responder. Sei como são essas coisas)
(N. do E.: Hehe, merci, Letícia. O cenário é datado e muito legal, né? Beijo.)
Maaa!… Negaceia, negaceia…