Diante do feito histórico da eleição de Barack Obama lá nos Euá, o Brasil não pode ficar para trás: precisa ter a coragem de assumir o papel de vanguarda que lhe cabe no concerto das nações. Como sempre, medalha de ouro não dá mais, mas quem sabe ainda dê para beliscar uma prata. Para isso, venho muito modestamente propor que os partidos do Bananão, esquerda e direita, governo e oposição, deixem de lado suas picuinhas e cerrem fileiras com o único homem capaz de unificar gregos e baianos:
Dadá Maravilha, alegria das multidões, será o único presidente capaz de, como o helicóptero e o beija-flor, parar no ar. Legítimo criador e disseminador do dadaísmo, ele sabe que não existe gol feio, feio mesmo é não fazer gol -e, mais importante, sabe que o amor é lindo. Em verdade vos digo: está mais que na hora de colocarmos Dadá no Planalto. Quem sabe em 2010 tenhamos, enfim, solucionática para as nossas problemáticas.



Taí…
Após passada a surpresa de constatar que ele ainda existe, eu acho a ideia de muito bom tom.
Adorei sua “solucionática”! Vai ter banda para receber o rei? rs…
Abraço.
Apoiadíssimo! Eu ainda o vejo de vez em quando passeando pelas ruas da Savassi, distribuindo abraços, sorrisos fartos e autógrafos; carisma ali tá sobrando. A minha sobrinha, que nem atleticana é, virou fã! E depois do fiasco do Leonardo Quintão e seu bordão ‘Dá pra fazer’, a gente pode até sugerir um ‘Dadá pra fazer’ como slogan de campanha…
Bjk.
Dadá Maravilha – nosso futuro presidente. Enfim teremos alegria novamente.
Grande Dadá!!
Dani
Ei, ei, ei, Dada é nosso Rei?
Mariana