« Cangas chiquérrimas em vários modelos | Main | Entregue as armas a Henri Matarasso »

Cidade universitária da luz vermelha

Não sei se me contaram a história direito, mas me disseram que esse Museu da Tolerância que a USP vai construir terá curadoria da Tia Olga. Parece que ele faz parte de um enooorme projeto de inclusão social (epa, opa) das profissionais do Putusp, hoje relegadas à Valdemar Ferreira e adjacências. Há, ainda, rumores de que a comida será subsidiada, como a do bandejão do Crusp: qualidade semelhante à do clássico bife 007 (frio e com nervos de aço), mas compensada pela aceitação de tiques, vales-transporte e baganas como moedas. Cesare Lombroso, que arquiva fotos de gentes da USP na seção "quengas vocacionais", me assegurou que a iniciativa tem tudo para dar certo. Maldade do eminente criminologista.

Comments

Ruy, Goiaba cigana:
Gostei desse blog verde.
O Museu da Racionalidade ninguém quer e é ela que corre o risco de desaparecer.
Você já soube que o Piauí voltou pra FFLCH? Ele nos libertará!
Beijo grande.

(N. do E.: Bem-vinda ao meu blogue verde, Rita; juro que parei de ciganear. De fato, Museu da Racionalidade ninguém quer. E a volta do Piauí à FFLCH é a melhor notícia do dia: fora, Shall-We, queremos Piauí. :) Beijos.)

E mais: perceberam que aquela tal de história oral deverá receber destaque?

Lindão o template!

(N. do E.: Thanks, Julia. Os méritos são todos de David Alto Volta e Igor Naïf Gendarme. Obrigado pela visita, beijos.)

Coerente. Eles há muitos anos têm f... nossa paciência.

(N. do E.: Nem me fale, Jorge. Abraços.)

Ruy,

Boa sorte na nova casa!
Ah, o restaurante do Crusp... Nos meus tempos de universitária, confesso, não comia lá. Só comi uma vez por força da ocasião. Ai, credo, até me arrepiei! Foi durante um congresso sobre jornalismo sindical, capitaneado por um professor que distribuía perdigotos enquanto despejava seus "conteúdos" acadêmicos (eram melhores os pergidotos que os "conteúdos"). Anyway, fui acompanhar dois coitados que tinham vindo para o grande evento e eles insistiram em conhecer o bandejão da universidade. Foi assim que conheci o bife 007 e também o feijão chuá-pam-pam (para quem não é versado, a onomatopéia reproduzia a densidade do caldo caindo no prato - o chuá - e os dois grãozinhos de feijão a que todo estudante tinha direito - pam-pam!).
Old times... Old times que não me deixam saudade, exceto por duas ou três coisas. Beijos!

(N. do E.: Let the old times roll, Monica. Bem-vinda à nova casa. Apareça sempre! Beijos.)

Espero que agora vc "esquente" aqui nesse sítio. Sobre o museu, vai ser demais né??? Pena que eu não poderei participar: a grana tá curta.

(N. do E.: Obrigado, Charô. Abraços.)

Ruy,
Seu post me fez lembrar do tempo em que estudei na USP, já lá se vão mais de dez anos. Eu sempre ficava perplexo ao ver as trabalhadoras do Putusp. Mulheres que labutavam com afinco, sem dúvida, mas que definitivamente necessitavam de clientes com uma macheza ímpar para encará-las. Parabéns pelo novo template. Um abraço,
Marcos

(N. do E.: Pois é, Marcos, encarar as trabalhadoras do Putusp não era para qualquer um. Eu, por exemplo, passava longe. :) Obrigado pela visita. Abração.)

Se a La Shall We for a diretora da Casa, ainda vai. Mas se estiver no chamado "plantel", a freqüencia promete ser baixíssima - a menos que admitam sader-masoquistas.

(N. do E.: Mauro, segundo o Lombroso, Shall-We tem os traços fisiognomônicos da dona do Bataclã, não de uma das "meninas". Mas, como se sabe, perversões como o sader-masoquismo são muito populares entre seus fãs. Abraços.)

Então aqui eu posso comentar? Maravilha!

Post a comment

(If you haven't left a comment here before, you may need to be approved by the site owner before your comment will appear. Until then, it won't appear on the entry. Thanks for waiting.)