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Flagrantes da vida brasileira

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O presidente da República dos Estados Phodidos da Botocúndia e seu antecessor acenam para eleitores e fotógrafos segundos antes de imitar Reginaldo Faria naquela novela de Gilberto Braga, i.é., dar uma banana tão logo os primeiros e os segundos virem as costas. Ilha de Caras, 2006.

Comments

Bem, bons tempos de volta... ou não. Alguém sabe que nosso carioca da gema Agnaldo Timóteo é vereador em São Paulo?
Aliás, um doce para quem souber o nome de todos os candidatos a presidente de 1989. Aquilo que era disputa, não este neo-bi-sim-e-daí?-partidarismo que vemos hoje em dia!

(N. do E.: MaFê, salvo engano meu, o Timóteo é mineiro, de Caratinga. Beijos.)

Affonso Camargo, este era uma peça. No final da campanha, quando ele sabia que não tinha a menor chance, ele lia as cartas que ele estava recebendo de apoio (A Dona Cida, de São Paulo capital, nos diz que...). Era bem divertido. Agora ver campanha com troca de gentilezas e cordialidades, além de enganação é enfadonho.

Bah... A briguinha entre PT e PSDB não tem a mínima graça. O revivalismo dos anos 80 que grassa em tantas áreas bem que poderia se estender à política. Saudades da época em que Agnaldo Timóteo e Mário Juruna eram deputados federais; Carlos Imperial, vereador no Rio; Jânio, prefeito; Marronzinho, Affonso Camargo (“o pai do vale-transporte”, segundo Tião Macalé), Eudes Mattar, Zamir, PG, Armando Corrêa (que depois “cederia” sua vaga a Sílvio Santos), Antônio Pedreira (“um homem oriundo da raça negra”), presidenciáveis...

(N. do E.: Good times indeed, Flávio. []s.)

só falta na foto a guitarra doada pelo Bono Patch Williams pro Fome Zero

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