Grandes mistérios da emepebê
Quem é o amante Cidão do Roberto Carlos ("nos lençóis macios, o amante Cidão")? E por que volta e meia alguém fala no TOC e na perna perdida, mas ninguém jamais toca (epa, opa) nessa declaração de boiolagem? E eu que pensei que a emepebê fosse um ambiente sem preconceitos. Que coisa.
(Variante do virundum: "Nos lençóis macios, a mantissidão". Dá para imaginar um casal bem preguiçoso, sem vontade de sair da cama e tal, na maior mantissidão. Vou sugerir esse verbete aos redatores do Uáis.)
Comments
Ruy, vai aí uma sugestão para um post, um ensaio, uma dissertação: as letras da Cor do Som. Eram inacreditáveis. Aquela lá que era o Melô da Sauna Gay, por exemplo: sim/ é como a flor/ se há viados e calor.
Saudações!
(N. do E.: Hahaha. Bem lembrado, Eduardo. Saudações!)
Posted by: eduardo haak | dezembro 8, 2006 02:48 PM
Cara, e eu que me achava que a única anta no mundo que ouvia essa música e pensava em "mantissidão".
E é mó preguiçona mesmo. Que coisa.
(N. do E.: Nós, antas, nunca estamos sós, Marcão. :) Grande abraço.)
Posted by: MarcosVP | novembro 10, 2006 12:55 PM
Você não conhecia essa dos copos de Ubá, Ruy? É famosa. E abraços pra você também.
(N. do E.: Conhecia não, Jorge -veja só. Obrigado. Retribuo o abraço.)
Posted by: jorge nobre | novembro 7, 2006 07:43 PM
UuuuU !
Parabéns !
Quando a gente não pode fazer nada, a gente lê as avacalhações (goiabais)!
abço
J. A.
Posted by: José Arimatéia | novembro 6, 2006 04:47 PM
Cinco anos e em plena forma. Parabéns, mestre Goiaba!
(N. do E.: Thank you so much, Mikhail. Abração.)
Posted by: Mikhail Askhalsa | novembro 6, 2006 11:34 AM
Há quem não entenda Claudinho e Bochecha - Se o destino adjudicar, nosso amor etc. (Se o destino há de judicar).
Judicar.
JUDICAR.
Além de verbo inexistente, não faz sentido. Mas que Claudinho e Bochecha compusessem uma canção com "adjudicar" redime a música baixa renda brasileira fácil.
Abraço,
Posted by: igor | novembro 6, 2006 10:25 AM
É hoje, né?
Cinco anos de luxuoso bom humor. Você só ficou nos devendo o lixo - sim, eu fui ler o number one. ;-)
Beijos
(N. do E.: Obrigadíssimo, querida. Beijos.)
Posted by: Nariz Gelado | novembro 6, 2006 09:56 AM
"Mas se algum dia talvez/ A saudade apertar/ Não se perturbe/ Afogue a saudade/ Nos copos de Ubá"... (nos copos de um bar). Ary Barroso contestando uma conterrânea descontente que, ao contrário do que ela imaginava, ele homenageara, sim, Ubá em uma de suas letras.
(N. do E.: Viu só, Alfredo Rubinato? Basta se portar como gente, que eu publico os comentários. Saudações.)
Posted by: Poncho Pirado | novembro 6, 2006 03:06 AM
Eu me lembrei do Ari Barroso e dos copos de Ubá, cidade onde Ari nasceu.
(N. do E.: O que têm os copos de Ubá, Jorge? Fiquei curioso. Abraços.)
Posted by: Jorge Nobre | novembro 5, 2006 12:49 PM
Então era essa a frase. O amante do Rei é o Cidão. E de pensar que o TOC TOC ficava choramingando a morte da mulher. Que papelão! E o Cidão lá, só esperando a mulher virar presunto. E agora vem essa dele ter caso com a colega TOC TOC Vendramini. Alguém tem que denunciar. O Rei tem caso com o Cidão. E ponto final.
Posted by: j | novembro 3, 2006 10:54 PM
Na verdade, Ruy, o lance é mais edipiano: "nos lençóis macios, a mãe do Cidão".
Posted by: quadrado.com | novembro 3, 2006 07:34 PM
Huahuhauhauhauhauhau!!!
Dos melhores virunduns que já vi. Aliás, você outro dia fez um com o Cartola ("de cada morto herdarás só o sininho"), e eu não consigo mais cantar o diabo da música sem rolar de rir.
Pelo menos Roberto Carlos eu já não canto mesmo...
[ ]s
Luis
Posted by: Luis T Ladeira | novembro 3, 2006 06:46 PM
Vamos ver se eu consigo usar este negócio direito:
"Eu até faria um comentário maior, mas me bateu a tal da mantissidão..."
É isso?
Um beijoco
(N. do E.: Perfeito, Nariz. :) Beijos!)
Posted by: Nariz Gelado | novembro 3, 2006 06:12 PM