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Pequenas biografias de grandes estrangeiros

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Aldous Huxley (1894-1963) é um exemplo de como as DOGRAS (copirraite do Angeli, acho) podem transformar em gelatina o cérebro de um grande escritor e tornar aplicável a ele a clássica frase de Orson Welles -"I started at the top and worked my way down ever since". Vejam o que aconteceu depois que esse cara começou a tomar mescalina e LSD: 1) Escreveu um livro que serviu praquele bêbado escroto batizar seu grupo. 2) Foi pra Noviorque, mudou de nome e montou uma banda cabeça. 3) Por fim, o mais imperdoável: tirou o Tom Zé da obscuridade. Que destino inglório.

(Post desdobrado de comentário na Torre, de onde roubei a foto.)

Comments

Não fala assim do Jim. Ele não dizia nada com nada mas era gostosinho.

(N. do E.: Oi, Anna, legal vê-la por aqui. Beijos.)

P sai co quiller!!!

é.

Ruy, você esqueceu o pior, mais perigoso que Tom Zé: e deu mote a milhões de adolescentes insuportáveis e revoltadinhos para acharem que descobriram a pólvora

David Byrne coisa nenhuma. Isso é um intelectual orgâaaaaaaaaaaaaaanico (à maneira do Paulo Silvino). O seu cabelo não nega (gramsci style).

Ruy,
Nesse clip que você linkou, o David Byrne está igual ao Aldous Huxley, não apenas parecido. Não há dúvidas de que são a mesma pessoa
PS: Imagine como deve ser ouvir música do Tom Zé depois de tomar LSD. Isso é que é bad trip :).
Um abraço,

Ô, Ruy, tem mais: as drogas o tornaram um otimista fervoroso. Aí no fim da vida escreveu aquele paz e amor psicodélico, 'A Ilha' =)

(N. do E.: Eu sei, Ronald. Só me propus a narrar a espantosa transformação do Aldous Huxley no David Byrne. :) Um abraço.)

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