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Godard + Seu Boneco = Bressane

Matou o cinema e foi pra galeeera.

("Galera" = Reichenbach, Zé Geraldo Couto, Peerre e esse povo que não só não dorme ao ver os filmes do indigitado -única reação humanamente justificável- como ainda lhes dá, no mínimo, três estrelas. Vá entender.)

Atualização: Vejam só. Acabo de ler no blogue do Marcelo Coelho que o Lúcio Mauro, aka Aldemar Vigário, está no elenco do filme -"coberto de toga, rímel e batom". É a Escolinha do Professor Bressane! Se o Bertoldo Brecha ("veeeeenha!"), igualmente togado, estiver nessa, eu vou assistir.

Comments

O filme é uma pornochanchada: tem a Negrini pelada, Caco Antibes de César, meu amigo Carlo Mossy de profeta-ceguinho-segurando-no-cajado... Deveria ter se chamado "Como Era Gostosa a Minha Egípcia".

(N. do E.: Pô, Marcelo, isso é um elogio. Assim vou acabar indo ver -mas ainda suspeito que seria melhor se o Carlo Mossy tivesse dirigido. :) Abraços.)

Ruy, a estréia já foi o maior mico. Não consegui passar mais de 10 minutos na sala. Agora, o Zé não elogiou não, apenas entrevistou.
E o Bressane fez uma tentativa desastrada, Alberto exagera ao dizer "desgraça alcançada", ainda que seja divertida a frase.
PS: ai, preparada pra surra!

(N. do E.: Bea, sou admirador do Zé e sei que, nesse caso específico, ele entrevistou o cara. Mas, quando ele faz crítica de filme brasileiro, sempre desconto três estrelas para ter a cotação correta. :) Beijo.)

Não entendi muito bem, mas concordo com o Ruy.

Então, deixa quieto :D!

abs

PS: antes que alguém fale, eu não sou um rapaz rabugento e grosseirão, até mesmo por ter apenas 1.68 de altura!

Ruy, será que meus comentários são tão insossos e e porcamente redigidos? 3 vezes que tento comentar e nada?

Uai!

Bom, fica aqui um "putz, que imagem bacana ai do lado. O Chapolin pode ser o único que poderá nos defender!"

abs

PS: OK. já estou pronto para ser motivo de escárnio de alguém dessas bandas!

(N. do E.: Léo, não sei qual é o problema, mas esse é o primeiro comentário seu que recebo em muito tempo; os outros dois a que você se refere não apareceram para mim. Um abraço.)

Ruy, no blog desse Marcelo Coelho que você lincou aparece:

"Fazendo saltar aos olhos a brasileirice desses romanos e egipcios, Bressane não nos ridiculariza; ridiculariza, com solenidade ritual e egípcia, a nova Roma de George Bush."

Jesus Cristo.

(N. do E.: Hahaha. Sensacional, não, Alexandre? Tudo ali combina com tudo -o assunto abordado, aquele que o aborda, o cinema do Bananão, tudo. Todos se merecem. Abraços.)

Também aposto no Ozu, D. Matamoros, acho que isso explica a, ahn, "riqueza de diálogos" verificável nos filmes do Reichenbach.

Abraços!

Apostaria que esse filme que ele passou para a turma ("a que ele submeteu a turma", talvez?) era do Ozu.

PS: responda rapidamente: O que é pior?

Cineasta (categoria que inclui "curta-metragistas") que zera em quiz de cinema, "porque o importante mesmo é pôr a mão na massa! Ver filme é coisa de crítico!"?

Órgão de imprensa que julga ser seu papel "apoiar o cinema nacional"?

Ou amigo-chato que, chamado para o cinema, responde "vamos ver filme nacional*, para dar uma força?"
=/


*E esse pessoal ainda acha que produção da GloboFilmes é cinema! Arre!

"VÁ AO CINEMA (GLOBAL) MAS NÃO ME CHAME."

Para esse pessoal, filme nacional nunca é ruim. Eu aproveito para contar uma história sobre o Carlos Reichenbach que um amigo meu jura ser verdadeira. Esse meu amigo assistia a uma aula de cinema do Carlão, acho que na ECA. O mestre decidiu exibir então um filme japonês, não sei de que diretor japa. Passaram-se uns 15 minutos e então um aluno resolve perguntar:
- Mas, Carlão, a gente vai ver um filme japonês sem legenda?
- Pra que legenda, mas pra que legenda? Diálogo não importa em cinema! Vejam esses planos maravilhosos. Isso é cinema.

Um abraço,
Marcos

Eu lembro uma vez na faculdade (ê fase) que fui assitir um tal de, se não me engano, Miramar. Pela primeira vez na vida me desencantei com o cinema. Fiquis uns meses sem ir, de raiva. Queria meu dinheiro de voltar, cheguei a pedir. Obrigado, Bressane, pela desgraça alcançada.

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