Godard + Seu Boneco = Bressane
Matou o cinema e foi pra galeeera.
("Galera" = Reichenbach, Zé Geraldo Couto, Peerre e esse povo que não só não dorme ao ver os filmes do indigitado -única reação humanamente justificável- como ainda lhes dá, no mínimo, três estrelas. Vá entender.)
Atualização: Vejam só. Acabo de ler no blogue do Marcelo Coelho que o Lúcio Mauro, aka Aldemar Vigário, está no elenco do filme -"coberto de toga, rímel e batom". É a Escolinha do Professor Bressane! Se o Bertoldo Brecha ("veeeeenha!"), igualmente togado, estiver nessa, eu vou assistir.
Comments
O filme é uma pornochanchada: tem a Negrini pelada, Caco Antibes de César, meu amigo Carlo Mossy de profeta-ceguinho-segurando-no-cajado... Deveria ter se chamado "Como Era Gostosa a Minha Egípcia".
(N. do E.: Pô, Marcelo, isso é um elogio. Assim vou acabar indo ver -mas ainda suspeito que seria melhor se o Carlo Mossy tivesse dirigido. :) Abraços.)
Posted by: Marcelo V. | junho 19, 2008 12:24 AM
Ruy, a estréia já foi o maior mico. Não consegui passar mais de 10 minutos na sala. Agora, o Zé não elogiou não, apenas entrevistou.
E o Bressane fez uma tentativa desastrada, Alberto exagera ao dizer "desgraça alcançada", ainda que seja divertida a frase.
PS: ai, preparada pra surra!
(N. do E.: Bea, sou admirador do Zé e sei que, nesse caso específico, ele entrevistou o cara. Mas, quando ele faz crítica de filme brasileiro, sempre desconto três estrelas para ter a cotação correta. :) Beijo.)
Posted by: Compulsão | junho 5, 2008 08:43 PM
Não entendi muito bem, mas concordo com o Ruy.
Posted by: Rafael | junho 4, 2008 09:27 PM
Então, deixa quieto :D!
abs
PS: antes que alguém fale, eu não sou um rapaz rabugento e grosseirão, até mesmo por ter apenas 1.68 de altura!
Posted by: léo e só | junho 4, 2008 07:42 PM
Ruy, será que meus comentários são tão insossos e e porcamente redigidos? 3 vezes que tento comentar e nada?
Uai!
Bom, fica aqui um "putz, que imagem bacana ai do lado. O Chapolin pode ser o único que poderá nos defender!"
abs
PS: OK. já estou pronto para ser motivo de escárnio de alguém dessas bandas!
(N. do E.: Léo, não sei qual é o problema, mas esse é o primeiro comentário seu que recebo em muito tempo; os outros dois a que você se refere não apareceram para mim. Um abraço.)
Posted by: léo e só | junho 4, 2008 07:04 PM
Ruy, no blog desse Marcelo Coelho que você lincou aparece:
"Fazendo saltar aos olhos a brasileirice desses romanos e egipcios, Bressane não nos ridiculariza; ridiculariza, com solenidade ritual e egípcia, a nova Roma de George Bush."
Jesus Cristo.
(N. do E.: Hahaha. Sensacional, não, Alexandre? Tudo ali combina com tudo -o assunto abordado, aquele que o aborda, o cinema do Bananão, tudo. Todos se merecem. Abraços.)
Posted by: Alexandre | junho 4, 2008 06:08 PM
Também aposto no Ozu, D. Matamoros, acho que isso explica a, ahn, "riqueza de diálogos" verificável nos filmes do Reichenbach.
Abraços!
Posted by: Ruy | junho 4, 2008 05:59 PM
Apostaria que esse filme que ele passou para a turma ("a que ele submeteu a turma", talvez?) era do Ozu.
PS: responda rapidamente: O que é pior?
Cineasta (categoria que inclui "curta-metragistas") que zera em quiz de cinema, "porque o importante mesmo é pôr a mão na massa! Ver filme é coisa de crítico!"?
Órgão de imprensa que julga ser seu papel "apoiar o cinema nacional"?
Ou amigo-chato que, chamado para o cinema, responde "vamos ver filme nacional*, para dar uma força?"
=/
*E esse pessoal ainda acha que produção da GloboFilmes é cinema! Arre!
"VÁ AO CINEMA (GLOBAL) MAS NÃO ME CHAME."
Posted by: D. | junho 4, 2008 05:05 PM
Para esse pessoal, filme nacional nunca é ruim. Eu aproveito para contar uma história sobre o Carlos Reichenbach que um amigo meu jura ser verdadeira. Esse meu amigo assistia a uma aula de cinema do Carlão, acho que na ECA. O mestre decidiu exibir então um filme japonês, não sei de que diretor japa. Passaram-se uns 15 minutos e então um aluno resolve perguntar:
- Mas, Carlão, a gente vai ver um filme japonês sem legenda?
- Pra que legenda, mas pra que legenda? Diálogo não importa em cinema! Vejam esses planos maravilhosos. Isso é cinema.
Um abraço,
Marcos
Posted by: Marcos Matamoros | junho 4, 2008 02:20 PM
Eu lembro uma vez na faculdade (ê fase) que fui assitir um tal de, se não me engano, Miramar. Pela primeira vez na vida me desencantei com o cinema. Fiquis uns meses sem ir, de raiva. Queria meu dinheiro de voltar, cheguei a pedir. Obrigado, Bressane, pela desgraça alcançada.
Posted by: Alberto | junho 3, 2008 03:12 PM