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Séquiço sob a ótica groucho-marxista

"And then they spent eighty minutes of the movie in the sack, these two. I'm not interested in that. I don't care what they're doing in the sack. If I'm not doing it, why should I?" (Frase do guru nos ânus 70, aquela época de putaria desenfreada dentro e fora, dentro e fora, dentro e fora do saco.)

Comments

Rolou uma correção básica na datação dos anos de fodeção, ou é impressão minha, Guavs?
Proponho a criação de uma sessão de errata, para o esclarecimento de eventuais "mea culpa, folhamos".

(N. do E.: Sim, senhorita. :) A declaração do Groucho refere-se a um filme de 1970 -em tese, ainda "década de 60", mas enfim. Não sei se você já notou, mas blogues costumam rolar à medida que a gente escreve; diga como fazer um "post permanente" e eu faço a tal seção -não "sessão"- de erratas. ;) Beijos.)

Este é o marxismo que presta.

Por coincidência, ontem vi aquele filme do Tashlin no qual a Jayne Mansfield se apaixona por ele. O charuto de Groucho tinha poder.

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